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Trampo

2 obras

Um dos precursor do movimentoHip Hop no Rio Grande do Sul, grafiteiro, arte educador,tatuador e livre pensador. Difícil de rotular alguém como Luis Flavio, o “Trampo”, mas uma coisa é certa: ele aprendeu o que sabe nas ruas e chegou onde está por insistência. Agora, essa trajetória improvável para um artista é mais respeitada do que nunca, assim como o estilo único que ele desenvolveu ao longo do caminho. Natural de Porto Alegre, vem se destacando há mais de20 anos, com um traço bem marcante. Seu trabalho é reconhecido em grandes exposições nacionais e internacionais, tanto é que no último ano expôs sua arte em espaços nobres como o Santander Cultural, em Porto Alegre, a galeria Choque Cultural e o centro cultural Paço das Artes, em São Paulo,Bienal de Graffiti Mube São Paulo e etc.

Tinta Bordada

0 obras

“Mariana Castello é artista visual e percorre diversos caminhos: pintura, graffiti, escultura, ilustração e tatuagem. A artista vive em constante movimento se aventurando pelas mais variadas técnicas e utilizando dos suportes mais inusitados para construir obras.
Divide-se entre a efemeridade e o alvoroço da rua e calma e instrospecção de seu atelier. Neste dois mundos, entrega suas produções plenas em cores, texturas e camadas. Constrói suas produções sem saber onde vai chegar e busca a inserção de elementos que chegam à artista pelos caminhos mais distintos. Mariana busca suas referências em situações corriqueiras como um passeio pelo bairro e uma conversa com a família.” – Laís Escher

A pintura carrega em sua essência uma sátira a partir da frase “É us guri, né pai.”, de uso comum masculina na região do Rio Grande do Sul, principalmente na capital e regiões metropolitanas. Com a ideia de agregar e justificar tais costumes do sexo masculino resolvi me apropriar e torná-la por inteira feminina, fazendo dela também uma justificativa para a importância das mulheres na construção social.

Siren

1 obra

Camilla Santos, mais conhecida por Siren, tem formação em Design Gráfico e é artista autodidata em várias técnicas. Com 22 anos, a brasiliense pinta nas ruas por meio do graffiti desde 2014, no inicio com a estética das letras (throw-ups e bombs) até chegar a sua linguagem proeminente, a dos personas – em foco a figura feminina. Nas suas obras, sua identidade é retratar mulheres fortes e resilientes, indo de contra partida à imagem sexualizada e objetificada que é bombardeada, na rua. Conectando visualmente com feminino, a natureza é outro ponto abordado no trabalho de Siren – trazendo a magnitude e até misticidade desse ser. Também expande seu mundo em outros suportes como bordados, ilustrações digitais, aquarela e xilogravura.

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