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Los Cabaneros

4 obras

Colaborativos internos do Espaço Multicultural Compartilhado La Cabane, atualmente composto em ações conjuntas com propósito de serviço e ofício de unidade.

Jean Lucas

2 obras

Artista integrante do coletivo Olhares Impressos também presente no Atelier Pássaro de Papel, conta com técnicas firmes na gravura, pintura e fotografia.

Aiara

2 obras

Aline Iara, parte integrante do coletivo Olhares Impressos e do Atelier Pássaro de Papel, também chega junto com talentos naturais com audiovisual, pinturas e gravuras.

Escritor e Artista Visual, traz de toda sorte as vísceras da emoção em pura intuição expressiva, sua arte navega entre os ressentimentos, as raivas e os medos de um passado ao presente futuro, traduzidos com aceitação, amor e fé. Hoje membro ativo ao coletivo artístico Olhares Impressos, residente com o Atelier Pássaro de Papel e colaborativo com presença no Espaço Multicultural Compartilhado La Cabane.

Luiza Prado

0 obras

Release:

Luiza Prado (b. 1988 Guaratinguetá, São Paulo / Br) vive em Berlim/De e trabalha internacionalmente. Prado é um artista transdisciplinar especializada em fotografia, mix media, performance, instalação, noise e video art

Sua pesquisa está na intercessão artística junto ao sistema cognitivo e neural, especificamente com o uso da fotografia, noise e performance. Ela especula o resgate da memória molecular e tratamentos psicológicos de traumas com o uso da arte, bem como a utilização do mesmo em experimentos relacionados à física e à eletroacústica a partir da teoria da “câmara escura”.

Trabalhando no campo das artes desde 2012 e participou de feiras: como o Scope Miami, Stroke Art Fair, exposições no Brasil e na América Latina e alguns países europeus: como Portugal, Espanha, Alemanha, entre outros. Tem obras em colecções públicas: como o Museo de Arte Contemporáneo de Bogotá e do Museu Municipal de Arte Contemporáneo de Cusco, Peru.

Personal Statment

Defino meu trabalho como transdisciplinar pela integração e busca de soluções através da intersecção entre arte e ciências. Apesar de ter de horizonte indefinido, se integram, organizam e margem, mantendo o corpo como o personagem fez transita entre macro e micro, público e privado.

O corpo torna-se ponto crucial numa estética cheias de rituais e sinais ancestrais, mantendo-o próximo ao material que constitui, este mesmo material fez estimula a negação e repulsa. Eu considero esta composição um mecanismo revelador de um estética considerada alternativa, ampliada e muitas vezes orgânica, processamdo em plataformas em tempos tradicionais e técnicas como; fluidos, sangue, restos, oxidação, putrefação e reciclagem.

A colonização feminina, a desconstrução de privilégios, sincretismo, questões indígenas, sexo, política e psicose – entre outros, são freqüentes no meu trabalho que é desencadeada por minha própria biografia.

Assim como a loucura, arte para mim não foi uma escolha, foi uma necessidade. Eu vejo na arte uma espécie de resistência e libertação, um método reprocessador de múltiplas perspectivas, sem limites de desenvolvimento, questionando e principalmente inclusivo

Curta Biografia

Paternalmente tem origem Português e judaica e é a oitava geração de Frei Antonio Galvão Santanna, o santo brasileiro. E maternalmente descendente de nativos indígenas da etnia Puri. A família paterna foi uma das famílias responsáveis pela colonização dos nativos que ela descende maternalmente. Esta colonização que foi responsável pela marginalização e quase extinção e Prado sofreu diretamente com a herança colonial, diz que carrega em si “o colonizador e colonizado.”

Na Alemanha, descobriu mais informações sobre sua etnia, especialmente pelo berlinense Paul Ehrenreich, antropólogo e fotógrafo, foi um dos responsáveis por estudos sobre os Puri, sua mitologia e principalmente o papel feminino em suas tribos..

Denis Costa

1 obra

Artista plástico natural da cidade de Jundiaí -Sp , atualmente reside na cidade de Espírito Santo do Dourado – MG

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