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A Língua

Artistas: Giovana Zimermann

Dimensões

10 m

Datas

Criação 2006

Término 2007

Diante da expansão da obra no espaço, o espectador deixa de ser observador distanciado e torna-se parte integrante do trabalho. Em 2007, já consciente de que a arte pública deve ser pensada para o espaço público tive a oportunidade de realizar uma escultura interativa, um mobiliário urbano, que chamei de A LÍNGUA. Foi uma boa oportunidade para propor um objeto lúdico, uma provocação, mas antes de tudo, um “lugar” para promover a sociabilidade das práticas sociais dos diferentes grupos que habitam a cidade.
Para Guilherme Freitas Grad (…) A obra, portanto, rompeu o limite físico ao qual estaria confinada e isto contribui com pelo menos um aprimoramento para a lei em vigor. (…) Sobre a obra de arte, ela consiste em um objeto escultórico que ocupa e se afirma no espaço, permitindo a apropriação de ambos (espaço e obra de arte) pelas pessoas. Além de esteticamente agradável ao olhar, sua forma remete a um objeto lúdico, reforçando a intenção da artista acerca da apropriação do mesmo. Desta maneira ela consegue não só prover um alívio visual, mas também busca a interação do público, chama-o para a obra de arte para que não só a veja, mas também a toque, sinta, se aproprie da mesma. Do ponto de vista urbanístico configura uma obra de arte que qualifica o local de inserção, dotando-o de um caráter e abrindo possibilidades para que se configure como um lugar de relações, de encontro, de trocas” (GRAD, 2007) GRAD, Guilherme Freitas. Arte Pública e paisagem urbana de Florianópolis, SC, Brasil. Dissertação de Mestrado. Florianópolis: PGAU-CIDADE – UFSC, 2007.

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