Começou no pixo em 88 entrou para o “8° batalhão”, conheceu o graffiti em 91, em 96 entrou na “crew boca suja” e hoje completa 12 anos de trabalho na Arte e Cultura na Quebrada. Se identifica com a rua, tags, lambe, pixo. É arte educador e é influenciado pelo seu cotidiano e principalmente pelo momento atual, como política.