A “Maca de Guarda” prevê que o usuário/paciente se deite sobre sua superfície, a 40°, voltando seu corpo para o céu. Esta Maca reproduz parcialmente a prática lúdica de criação de imagens de anjo. A pessoa deita-se sobre a neve, abrindo braços e pernas – o que justifica o complemento de seu título. Esta escultura traz ainda em sua nomenclatura a expressão Maleme, palavra do vocabulário afro-brasileiro que designa súplica, misericórdia ou ajuda, dirigida aos orixás, especialmente ao orixá Xangô. A posição em que o usuário se encontra, de plexo aberto e pernas abertas, com o corpo voltado aos céus, encaminha a orientação ecumênica e divina desta Maca.
– Acesso livre.
– Número máximo de pessoas: 1 pessoa por vez.
